Valium

Não, não quero o convencional, quero o anormal! Nem riscas de giz, nem tons pastéis. Fodam-se os bordéis. Quero sexo selvagem no segredo da noite sob o olhar testemunhal da lua, só pra dar aquele ar de que pode ser revelado a qualquer hora, depois ou agora. Não quero nossos nomes num poema, muito menos numa canção. Quero, sim, troca de juras na troca de um olhar. Quero ouvir teu nome sair aos berros da minha boca enquanto pulo da sacada; enquanto me curo da ressaca, ou até mesmo antes da ressaca. Ser espontâneo, nada formatado. Moldes, pf! Pena de quem os vive. Prefiro, ainda que não prefira, viver sonhando aventurescamente as noites que não tive no calor da entorpecida mente.

2 comentários:

Ian Lehmann disse...

esse eu gosto um monte

_Gio_ disse...

Eu já li isso em algum lugar...

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