Acorda o sol e eu me apaixono
[mais uma vez] Pelos mesmos olhos
Esses olhos de manhã
Que me sorriem logo cedo
E não demoro a cair de amores
Novamente
Pela mesma boca
Pelo mesmo beijo
(janeiro de 2012)
sem título
Postado por
Ian Lehmann
on domingo, 11 de dezembro de 2011
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Às vezes
A felicidade me [a]parece quase como um pecado acidental.
Como um tipo [muito especial]
De crime não premeditado.
(dezembro de 2011)
[bio]Física
Postado por
Ian Lehmann
on sábado, 1 de outubro de 2011
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Nas distorções do tempo-espaço
Faz-se caber um sonho em uma pintura
E a minha vida inteira caber no abraço
Das tuas pernas na minha cintura
(setembro de 2011)
Faz-se caber um sonho em uma pintura
E a minha vida inteira caber no abraço
Das tuas pernas na minha cintura
(setembro de 2011)
sem título
Postado por
Ian Lehmann
on sexta-feira, 3 de junho de 2011
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Eu já quis escrever em torrente
Ser constante, como o sol
Todos os dias, todos os dias
Mas não tenho [mais] tanta pressa
Talvez nem seja lá tão poético
Ou talvez só espere transbordar
Ao invés de gotejar
[Agora escrevo como os invernos
Três meses por ano
Mais que isso seria muito triste
Muito gelado
Quem sabe até fatal]
Não tenho mais tanta pressa
[Nem menos]
(maio de 2011)
Ser constante, como o sol
Todos os dias, todos os dias
Mas não tenho [mais] tanta pressa
Talvez nem seja lá tão poético
Ou talvez só espere transbordar
Ao invés de gotejar
[Agora escrevo como os invernos
Três meses por ano
Mais que isso seria muito triste
Muito gelado
Quem sabe até fatal]
Não tenho mais tanta pressa
[Nem menos]
(maio de 2011)
Estrela Cadente II (ou Sorte)
Postado por
Ian Lehmann
on sexta-feira, 20 de maio de 2011
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Poesia deveria ser sem querer
Poesia é olhar pro céu que é o tudo, o dentro-e-fora
E ver um motivo riscar e sumir
E fotografar isso no papel
Poesia [como o amor] é sorte
Poesia, meu amor, é sorte
(maio de 2011)
Poesia é olhar pro céu que é o tudo, o dentro-e-fora
E ver um motivo riscar e sumir
E fotografar isso no papel
Poesia [como o amor] é sorte
Poesia, meu amor, é sorte
(maio de 2011)